Conhecendo Curitiba segundo a Desciclopédia

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O blog Busão Curitiba fez um compilado dos bairros de Curitiba segundo a Desciclopédia. Quer conhecer Curitiba além dos pontos turísticos? Segue a enorme lista:

Abranches: Só sei que fica lá na PQP e não tem mais nada senão um matagal só. Bairro onde fica situado o SMA (Sociedade Medieval Abranches), onde só os manos CB sangue bom vão se divertir aos domingos.

Água Verde: Era um banhado gigante mas hoje é um anexo do centro no Norte e um anexo do Portão no sul, possui a famosa Praça do Japão (pertence ao governo Kamikase), que é cortada por uma rua de biarticulado, onde para ficar mais emocionante a viajem de ônibus foi feito diversas curvar, se você está descendo até poderá fazer um Milkshake.

Ahú: O bairro mais fácil de falar o nome e um dos mais difíceis de morar. É meu filho, lá só mora gente da elite curitibana (?). Também não podemos esquecer do fabuloso Ex-Presídio do Ahú, o ex-presídio com a maior horta comunitária do mundo.

Alphaville : Adivinha pra onde foi a bandidagem depois que fecharam o presídio do Ahú???

Alto Boqueirão: Tem muito animal lá (pudera, aquilo é puro mato e tem o zoológico). Conhecido pelos curitibanos como o reduto da cultura pop-alternativa carioca (funk). Uma das regiões mais pobres da cidade. No seu território, há o equivalente de Curitiba à Represa do Guarapiranga em São Paulo: as cavas do Parque Iguaçu.

Alto da Glória: Glória não tem muita.Só existe para abrigar o Estádio Esgouto Pereira  estádio do Coritiba (Sim, é COritiba,pq nem “CU” mais eles tem,então é com “o” mesmo.)É o menor bairro de CUritiba.

Alto da Rua XV: Outro bairrinho mixuruca que fica perto do Centro. Serve para identificar a parte alta da Rua XV de Novembro. Só isso.

Atuba: O bairro mais emergente (?) de Curitiba. Se tornou um bairro residencial gigante com quadras também gigantes. Um dos bairros mais fáceis de se perder por causa das quardras gigantes já citadas e porque as casas parecem todas iguais.

Augusta: Lá não tem absolutamente nada a não ser fazendas e matagais. É a parte mais selvagem de Curitiba.

Bacacheri: É um lixo “limpo”, onde se localiza três quartéis onde os curitibocas serviram, e tem farmácias e mais farmácias, algumas pizzarias decadentes e mais farmácias. O nome? É uma frase que em francês significa Vaca Querida.

Bairro Alto: Lá é onde mora a bandidage na região leste de Curitiba. Tem esse nome devido ao grande número de morros, encostas e declives no bairro. Como todo mundo nesse bairro é pobre, e não há Chevette que aguente subir aquela desgraça, o Bairro Alto abriga a linha mais movimentada de ônibus para os seus habitantes irem todos serelepes para o trabalho: o Interbairros III, um grande interligador das favelas de Curitiba.

Bairro Novo (não conta): O Bairro Novo não é bairro, porra!!! É um pedaço do Sítio Cercado. Mas já que foi falado, vamos falar dele. É o “bairro” mais pobre da cidade, são favelas, favelas e mais favelas. O pseudo-bairro é tão grande que precisa de três ônibus com seu nome, indo (óbvio) para diferentes regiões do bairro de brincadeira (Bairro Novo A, Bairro Novo B e Bairro Novo C). Fruto da mente criativa e pacificadora do urbanista do governo FHC, Rafael Greca, que não deu certo. A linha de ligeirinho “Bairro Novo” que corta o bairro, por exemplo, é a mais violenta da cidade.

Barreirinha: Só um lugar onde você vai buscar planta quando quer fazer jardim. Fica lá onde judas perdeu as botas por isso o Guabirotuba é mais em conta. Lá tem um parque que quase ninguém vai, por isso é um ótimo lugar para fazer apenas sexo uma coisa.

Batel: O bairro é o uma grande mistura de elites curitibanas: desde as mais antigas e tradicionais até as mais modernas e emergentes. É a maior concentração de playboys e filhinhos de papais da cidade. Sua principal avenida, a Avenida do Batel, é um dos points da noite curitibana, com uma infinidade de bares caros. Intransitável aos sábados de noite e interditada aos domingos de manhã para reparos devido a noitada dos curitibanos.

Bigorrilho: “Bigorrilho o caralho, o nome é Champagnat, porra.” Sindicato das Construtoras Civis sobre Bigor… Ops, Champagnat.

Boa Vista: Antiga locação de circos mambembes falidos que atualmente se instalam perto da Havan do Prado Velho. O que mais, não tem vista bonita pra nenhuma porra.

Bom Retiro: Nada de especial, além do Hospital Bom Retiro, um hospício, ops! quer dizer, hospital psiquiátrico que ocupa quase todo o terreno do bairro.

Boqueirão: É um bairro tão grande que precisaram de três terminais. (Carmo, Hauer e Boqueirão).

Butiatuvinha: Mato, mato, mansões luxuosas e mais mato. Seu nome é usado por fonoaudiólogos para treinar gagos a falar corretamente.

Cabral: É onde os Cabra da Peste ficam: naquele terminal imundo que você não sabe se tá no centro ou no norte.

Cachoeira: Um pedaço de Almirante Tamandaré que sobrou pra Curitiba, tem um bairro Cachoeira lá também mas o povo junta tudo.

Caiuá (não conta): Uma tribo que fica no Fazendinha.

Cajuru: Onde tem o maior índice de roubos. É lá que começa o Grande Esgoto do Rio Belém. Foi lá que me roubaram uma coxinha.

Campina do Siqueira: É um bairrinho bem mixuruca que fizeram só pra guardar o terminal… É a sobra pobre do Bigorrilho.

Campo Comprido: Um bairro que tem influência de Santa Felicidade no Norte, do CIC no Oeste e do Fazendinha no Sul. A Leste tem bairros menores e sem importância. A única coisa memorável neste bairro é a Unicenp Universidade Positivo, que ninguém sabe onde fica, mas ocupa 1/3 do bairro.

Campo de Santana: Mato, mato, um pouco de favela e mais mato.

Capão da Imbuia: Uma grande exposição de animais taxidermizados. Vamos falar “empalhados” pra facilitar as coisas.

Capão Raso: A entrada do Pinheirinho pelo Novo Mundo, curiosamente o Terminal Pinheirinho fica no Capão Raso e o Terminal Capão raso fica no Novo Mundo. Serve pra equilibrar a linha do expresso Santa Cândida – Capão Raso, caso contrário o eixo de rotação de Curitiba sairia da inclinação correta e acarretaria na destruição do planeta. Também tem o Parque Industrial, mas esse parque não tem nenhuma porra de indústria!

Cascatinha: Cascatinha é um bairro da cidade brasileira de Curitiba, Paraná (como o próprio Wikipédia diz). Abriga o restaurante homônimo que, por sua vez, abriga uma cascatinha.

Caximba: É o famoso aterro municipal de Curitiba. Criame de urubus, catadores de lixo, fedor e dor de cabeça para os políticos que não sabe mais o que fazer com o lixo produzido pelos 15 McDonald’s da cidade.

Centro: É o ponto de referência pra todos. Tudo que a cidade pode oferecer (o que não é muito, pois por mais que você procure, você não vai achar nada de bom e por mais que pesquise preço, vai pagar sempre a mesma coisa, já que as lojas fazem cartel) está no centro, tornando o resto dos bairros praticamente inutilizados.

Centro Cívico: É la que fica a casa do prefeito e o maior museu em forma de olho do mundo.

Champagnat: “Bairro Champagnat. Pesquise 22.000 Imóveis em Mais de 120 Bairros de Curitiba e Região!” (Anúncios Google sobre Champagnat.). O Champagnat é um pseudo-bairro nascido a partir do boom imobiliário que fez o Parque Barigui parecer perto do centro. Além disso, serve de link viário entre o centro e o mais novo pseudo-bairro da cidade, o Ecoville.

Conjunto Solar: O quê??? Quem??? Aonde???

Cristo Rei: Resultado da explosão imobiliária depois da inauguração do Jardim Botânico. Criado para tornar o leste da cidade um lugar mais habitável.

Cidade Industrial de Curitiba (CIC): Fábricas, árvores, fábricas, favelas, fábricas e muito mato. É o polo das invasões e uma espécie de campo de concentração nazista de indústrias e empresas que não conseguiram subornar um bom vereador. (Curiosamente é o bairro de maior população em Curitiba.)

Ecoville (não conta): É o mais novo bairro inventado pelo Sindicato das Construtoras Civis. Na verdade ele é uma mistura de Campo Comprido com Mossunguê. Como os entregadores de pizza se recusavam em fazer entregas no Mossunguê, bastou criar um nome mais comercial pra resolver o problema.

Fanny: Bairro sem muita utilidade. É ponto de referência apenas pra pegar ônibus.

Fazendinha: Tem uma rua da cidadania localizada nesse bairro. Possui um dos maiores terminais de ônibus de Curitiba. O bairro está localizado na região sudoeste de Curitiba (o que é menos importante que o terminal).

Ferroville: Primo pobre do Alphaville e do Ecoville, é uma ocupação sobre a estrada de ferro. Lá tem favela, banhado, as cavas e trens.

Guaíra: Tem uma boa concentração de restaurante de frango por lá.

Ganchinho: O equivalente a nada. Fica lá no cafundó do Judas e não há nada neste bairro. E permanecerá desta mesma forma, já que a barreira criada pelo Contorno Leste fez com que os bairros abaixo da rodovia fossem deixados à próprias custas.

Guabirotuba: Pouco se sabe sobre esse bairro… Eu acho que é ali, sabe, perto do Prado Velho? Ou do Rebouças? Ou não, peraí…

Hauer: Um bairro muito bonito (por sinal). Curitibanalmente conhecido como “Vila Háuria” é o bairro que faz ligação com o centro através da 8ª maravilha do mundo, o biarticulado. Está passando pelo processo de reengenharia do nome, de Vila Hauer para apenas Hauer ou Bairro Hauer. O objetivo é claro, é empurrar os vileiros emergentes do Boqueirão de volta.

Hugo Lange: O menor bairro de Curitiba. É um bairro 3×3 enfiado entre o Cabral, Jardim Social, Alto da XV. Correm boatos que só se chega no Hugo Lange se souber chegar lá. O bairro só existe nas placas azuis da cidade, pois em nenhum sistema de cadastro aparece.

Jardim Botânico: É um Jardim, só que botânico. Tirando o Jardim Botânico que dá o nome ao bairro, não tem mais porra nenhuma.

Jardim das Américas: Uma homenagem aos dragões da América. O que chama atenção nesse bairro é o Shopping com cinema ruim e o Centro Politécnico da UFPR. Serve pra manter os vendedores de sinal do Cajuru longe da Avenida das Torres. Um cópia fiel dos subúrbios americanos, com ruas tranquilas, casinhas bonitinhas e uma vidinha tranquila e feliz. Outra estratégia de Rafael Greca e Jaime Lerner para fazer da zona leste da cidade um local mais aceitável para morar.

Jardim Social: Bairro de playboy inconformado. Queria ser assim, um Batel, mas não tem Taco, não tem Peggy, não tem Sheridan’s e não tem cheveteiro fazendo borrachão na avenida.

Juvevê: É um bairro classe média, porém, os moradores se consideram ricos e milionários (típico de curitibano). O bairro possui a maior infra-estrutura de academias, podendo chegar a uma por morador.

Lamenha Pequena: É o ponto mais alto de Curitiba, por isso o nome (ou não). Nunca ouvi falar.

Lindóia: Bairro muito popular entre os curitibanos. Só tem gente fina.

Mercês: É aonde fica a tal da Torre das Mercês (antigamente conhecida como torre da Telepar). Todo mundo sabe onde fica porque consegue ver a torre, mas quase ninguém vai lá.

Mossunguê: É o novo Bigorrilho. Quem mora ali tem vergonha do nome (honestamente, parece nome de bairro de índio), e por isso diz pros amigos do trabalho que mora no Ecoville.

Novo Mundo: Bairro que faz divisa entre Portão e Capão Raso, pegando de “fianco” no bairro Xaxim. Possui panificadoras, barraquinha de caldo de cana e muitas lojas de 1,99. Possui o ônibus mais profano do mundo, o de código 666.

Orleans: É um bairro, só isso… nada de especial. por onde passou D. Pedro II a caminho da Boate Três Fóco (Tree Lamps Night Club), no Santo Inácio. Dizem que deu um sino para a Igreja do Órleans.

Parolin: Bairro pobre-rico de Curitiba. É um exemplo de desigualdade social, pois no mesmo quarteirão pode haver mansões extraordinárias e favelas absurdamente decadentes. Segundo a Tribuna do Paraná, a expectativa de vida lá é de 21 anos. Se o Iraque tem Bagdad, Curitiba tem o Parolin.

Parque Industrial: Pseudo-Bairro de Curitiba. A região recebeu esse nome devido a linha de ônibus que passa por lá, pois, o local está situado no meio dos bairros Capão Raso e Pinheirinho (bairros residenciais), não tem nenhuma porra de industria lá.

Pilarzinho: É nesse bairro que se localiza os pontos de referência de Curitiba, Pedreira Paulo Leminski os parques Tanguá e Tingui, o Memorial Ucraniano e a Ópera de Arame. Por isso se torna mais importante que o Centro.

Pinheirinho: Bairro que faz ligações com diversos bairros de Curitiba. Antigamente era muito famoso por suas “belezas desnaturais”, pois era o pólo das madeireiras de Curitiba, que hoje estão 90% falidas.

Portão: Bairro que liga o Água verde, faz divisa com o Novo Mundo e era o maior centro de capoeiristas de Curitiba. Moradores deste bairro costumeiramente dizem morar no Água Verde, mesmo que suas casas estejam a anos luz do bairro adjacente. Deve-se este fator ao desejo que todo curitibano tem de parecer melhor do que na realidade é. Agora eles pelo menos têm oVilladium Palladium pra se gabar de algo.

Prado Velho: Bairro que localiza-se a PUCPR e uma favela inigualável, a famosa Vila Pinto, ops, Vila Torres.

Santa Quitéria: É onde se localiza a maior parte do gaúchos  poodles de Curitiba. Também conhecido como “Quiterian’s Death”, ou “Quiterião da morte” pelos nativos locais.

Rebouças: Traz uma vaga lembrança de Texas, porém mais central (?). É localizado na região central de Curitiba, justamente por isso o abatedouro que prolifera um odor fortemente podre pelo ar. Se você gosta dum traveco, vá a Rua Engenheiros Rebouças.

Riviera: Ver Augusta.

Santa Cândida: É a sobra da região norte da cidade. É tão confuso e desunido que ninguém diz que mora no bairro Santa Cândida, e sim que mora nas vilas espalhadas por aí (Aliança, Banestado, Olaria, Laranjeiras, Perto da Igreja ou Perto da Theodoro Makiolka). É onde os curitibanos vão quando morrem, já que possui três cemitérios um do lado do outro.

Santa Felicidade: Ma que belo! Lugar lindo e italiano cheio de frango com polenta, italiano, vinho, macarrão não-cozido, frango com polenta, comida ruim, festa da uva, frango sem polenta, farmácia, polenta sem frango, rua de paralelepípedo, frango com meia polenta, polenta com meio frango, sinaleiro, frango com 4/7 da travessa de polenta…

Santo Inácio: Um bairro mínimo feito para abrigar o Parque Barigui.

São Francisco: Centro histórico da cidade. Abriga o Largo da Ordem e seu casario esplendoroso (ou não). Conhecido pela pouca segurança e pelas Ruínas de São Francisco (um monte de pedras empilhadas há anos atrás).

São Brás (Bráz): Sobra de Santa Felicidade. Sobrevive devido ao grande número de farmácias na Avenida Toaldo Túlio. São tantas drogarias que calcula-se que hajam três caixas de neosaldina e 2,4 potes de Vick Vaporub por habitante.

São João: Bairro onde se localiza pessoas que juram morar no Tinguí… e até mesmo um colégio podre com a véia que deu o nome ao mesmo enterrada debaixo da quadra de futebol.

São Miguel: Ver Augusta.

Seminário: Bairro cheio de árvore, só. Eu nunca vi esse tal seminário, mas ele deve ter existido.

Sítio Cercado: Um bairro gigantesco cheio de pobre e posto de gasolina. É lá onde tem (sic) as cava.

Umbará: Um barral, como a origem do nome do bairro diz. Tmabém pode ser chamado de Um Matagal ou Um Areial.

Taboão: Eu não sei o que é isso.

Tarumã: Bairro com a maior densidade de autoescolas de Curitiba. Portanto, tome cuidado ao ir lá. Além disso, tem também um caminho para ir para a majestosa Pinhais.

Tatuquara: Um dos bairros mais populosos de Curitiba, e também um dos mais violentos. É tão diferente do resto da cidade que foi criado o movimento “O Tatuquara é meu país”, reivindicando à independência da região do Tatuquara, Ganchinho, Campo de Santana e Caximba. A prefeitura notou que, se houvesse uma nação entre a cidade e o município-bairro de Fazenda Rio Grande, com seus habitantes presos em seu município tosco a partir de então, todo o potencial da venda de coxinhas, esmaltes e móveis baratos na região entre a Carlos Gomes e a Rui Barbosa cairia. Então, a prefeitura decidiu apaziguar os ânimos, criando um novo terminal no bairro e a nova Regional Tatuquara.

Tinguí: No dialeto Yapecã, Tinguí significa “não é a mamãe”. É praticamente uma pegadinha do Mallandro. É aonde fica o Terminal do Santa Cândida, a Rua da Cidadania do Boa Vista e a Estrada de Colombo. Ironicamente, não tem nada a ver com o Parque Tinguí (rááá!!!). É uma mistura de limbo com dimensão X, só os moradores do bairro e os funcionários dos correios sabem que ele existe.

Vila Isabel: Ao contrário de muitas favelas que adotam o singelo apelido de vilas, a Vila Isabel chega a ser um bairro rico. Pronto, acabou.

Xaxim: O bairro onde não há nada de especial e fica longe de tudo e todos. Talvez o bairro com maior número de escolas por m², tendo particulares grudadas com pobres vileiros. Muitas pessoas passam todos os dias pelo Xaxim mas ninguém sabe, só o contornam.

Mapa da Curitiba linda, onde a maioria (eu) nunca sabe em que altura está: http://www.viagemdeferias.com/curitiba/turismo/mapa-curitiba.php

Esses são (quase todos) os bairros de Curitiba, e piadas e exageros à parte, nós curitibanos sabemos que MUITA COISA aí é real!

ass bruna foto

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Uma resposta para Conhecendo Curitiba segundo a Desciclopédia

  1. Carlos SPFC disse:

    Já anotei os pontos turísticos , não vejo a hora de conhecer hahahahahahaa

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